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16 de out. de 2012

Capítulo VII de Another Note: The BB Case Los Angeles


Última Página

Mello termina com um epílogo, dizendo que não há mais do que falar.
Comenta como a cópia de L fora derrotada com a questão do ganhar e perder. E que em um caso, ganha quem conseguir chegar a uma conclusão primeiro.
Como no Caso Kira, L ganhou porque supôs desde o princípio quem era o assassino, mas acabou perdendo por ser assassinado por ele. E no Caso BB, L também perde por não ter resolvido sem a ajuda de Beyond. Mesmo que o detetive siga dizendo que teve sorte ao ter Naomi Misora no caso, sabe que B jamais quis competir com a agente, e sim com L. E por isso se autodenomina Luxaky Luee. Ainda mais, ao por um nome tão próximo ao de L quer dizer que lutaria até o final pelo detetive.
Luxaky ajudou Misora a resolver suas pistas, comprovando desta forma suas habilidades. E a agente cumpriu o seu dever, fazendo um grande trabalho ao resolver todas as mensagens.
Beyond Birthday planejou suicídio. Trancou a porta, pregou o boneco de palha na parede, estragou os controladores de incêndio, cortou os fios do detector de fumaça, limpou todo o apartamento de impressões digitais, verteu gasolina no chão e ateou fogo em si mesmo.
Preferiu ser a quarta vítima.
Qualquer um poderia ter descoberta que o nome Luxaky Luee era falso, e conhecer o verdadeiro Beyond Birthday. Mas sempre manteve um disfarce na frente de Naomi, fotos suas nunca existiram – já que ninguém podia saber que era o B da Wammy’s house. Isso não o interessava muito, e de certo modo, não tentou proteger sua identidade.
Não planejou deixar uma mensagem na quarta cena do crime, pois não havia uma razão. Ainda poderia morrer sabendo que o caso BB fora algo sem resolução. E L ao procurar pistas não encontraria nenhuma, e continuaria sua busca por Beyond sem saber que ele havia morrido. E continuaria assim, a vida inteira.
L poderia ter perdido, e B ganhado. A cópia poderia superar o original, ou era assim que B supôs.
Beyond Birthday nunca deu importância a Naomi Misora - sabia que ela era apenas uma peça do detetive, e em cada coisa que fazia, sua atenção estava voltada para L.
A seguir, Mello descreve todos os descobrimentos de Misora; chegando ao ponto da abertura das trancas das portas. Os bonecos de palha e as fechaduras eram do mesmo tamanho. Um truque que se não houvesse sido descoberto, Beyond havia ganhando com êxito. Nos diz sobre o erro de B ao revelar que Naomi lutava capoeira – já que ele era o homem que fora atacá-la no beco.
Beyond Birthday é enviado a um hospital de segurança máxima, por haver conseguido sobreviver. E agora, teria que passar o resto de sua vida com a vergonha e desonra. Desejou (novamente) a morte.
Acaba o parágrafo dizendo que terminou sua história, e que acredita que o último da geração de Wammy’s House contará todas as histórias do Grande L. E voltando a dizer dos três casos que L contou, sobre uma futura guerra biológica na Europa, como o detetive conheceu Quillsh Wammy com 8 anos, e também como a terceira guerra mundial fora evitada.
Naomi Misora pôde voltar ao seu trabalho, graças a sua atuação no caso BB. No final de agosto, recebeu uma grande quantidade financeira na sua conta bancária, proveniente de uma empresa desconhecida.
1 de setembro.
Misora estava a caminho de casa, no metrô. Em sua cabeça, a figura de Beyond Birthday retorna, e relembra uma ligação de L (a qual diz sobre B querer superá-lo...), e reconhece o quão forte B era. Uma pessoa que decide dedicar toda a sua vida em tal propósito, com uma força que ela não consegue medir. Uma força que Naomi Misora nunca poderá ter.
Na estação, a mulher prende o olhar num rapaz jovem que parece não ter dormido em toda a sua vida (como se tivesse muito com o que se preocupar). Vestia uma blusa branca e de manga longa, calça-jeans e tênis. A imagem de Beyond fixa em sua mente, mas se BB era uma cópia, aquele rapaz era o original.
Naomi decide seguí-lo. E quando está a ponto de falar, o rapaz salta até ela e abre os braços no intuito de um abraço. Ela se esquiva, e infere um chute no pobre, que o faz rolar escada abaixo. Preocupada, ela desce os degraus correndo.
“Vejo que a realidade é muito diferente da imagem de um vídeo... Mas... Mas é verdade que eu tenho aprendido bastante.”
Naomi não entende nada do que foi dito, e acredita que o chute tenha afetado a cabeça do rapaz.
“Vamos, levante.” Diz oferecendo a mão.
“Muito obrigado. De verdade.” O jovem segura a mão oferecida.
“Te machuquei? Dói em algum lugar?”
“Estou bem... Obrigado...”
Mesmo de pé, o jovem não larga a mão de Naomi Misora.
“Você é uma pessoa muito amável.” Sorri, e finalmente solta à mão da agente.
Lentamente, se dispõe a subir as escadas. Misora volta em si, e atua como uma agente do FBI.
“Me ajude a esclarecer o que aconteceu. Atacar uma mulher assim não é correto. Ao invés de eu ter te ferido, você poderia muito bem ter me ferido. Qual é seu nome?”
O rapaz dá a volta, e Misora se depara com uma figura chupando o dedo magro.
“Por favor, me chame de Luxaky.”
 - - -
21 de Janeiro de 2004, Cadeia do Estado da Califórnia.
Dois anos após a sua prisão, Beyond Birthday morre de um inexplicável ataque de coração.

Fim

Capítulo VI de Another Note: The BB Case Los Angeles


Falha
22 de Agosto.
Ainda que Misora e Luxaky houvessem resolvido o enigma do tempo, 6h15min50s, não sabe se é AM ou PM. Procurou a terceira vítima, mas não conseguiu encontrar o tempo exato. O rapaz diz que já que tem a maior parte das informações, o resto não importa.
Passam a tentar descobrir se há alguma pista do local em que possa acontecer o quarto assassinato. Luxaky descobre primeiro, usando o numero 061550 no MLS6, descobrindo o condomínio residencial em Pasadena7.  O complexo tem aproximadamente 200 apartamentos, e no número 1313 há uma mulher chamada Blackberry Brown.
1313 e BB.
Porém Luxaky não se sente contente com a informação, sabendo que há outro BB no mesmo condomínio. No apartamento de número 404, habita um só homem chamado Bruce Babysplit.
Misora faz as contas, e não se surpreende em constatar que em um condomínio com 200 apartamentos, com 400 a 500 habitantes havia apenas duas pessoas com as iniciais BB.
A agente acredita que a vitima seguinte estará no apartamento 1313, mas Luxaky contesta. Misora explica que mesmo que haja o apartamento 404, e 4 = 1+3; o assassinato ocorrerá no de número 13 (o que significa má sorte para os dois). Porém, o rapaz novamente diz não estar de acordo, e retorna a seqüência numérica dos dias: 9, 4, 9, 9. Há um sistema de 9+4(13), assim que o 404 – ignorando o zero, completa a seqüência de 13 dias.
A partir de tal ponto de vista, a mulher flexiona, passando a duvidar que possa ser o quarto 404 o correto.
Não conseguem chegar a uma conclusão juntos, e Luxaky sugere que devem se dividir.
Cada qual terá que observar um quarto: Naomi Misora o de número 1313, e Luxaky o de número 404.
Luxaky propõe que durante os dias seguintes, passem a habitar os apartamentos até que encontrem os donos. Porém, não dirão aos demais habitantes para não criar pânico.
Misora pergunta se não é melhor que saibam a verdade, mas o rapaz diz que o mais importante é viver.
Pagaram aos inquilinos de ambos os apartamentos – Misora usando o dinheiro enviado por L, e Luxaky de seu suposto patrão - colocando-os em um luxuoso hotel.
A agente diz querer a ajuda da polícia, mas o rapaz se nega, alegando que está 99% seguro de que terão que atuar por eles mesmos. Ela ainda pensa em pedir ajuda a Raye, mas decide rapidamente que não é necessário.
Ela diz que Luxaky pode não ter um físico para enfrentar o assassino, mas o próprio diz ter força o suficiente, e que ela não se preocupe, pois estará bem.
“E acredito que a senhorita também estará bem, já que tem habilidades com a capoeira.”
Pergunta se ela poderá utilizar uma arma, mas Naomi diz que não, e que também não possui uma. Luxaky diz que tem uma arma, e pede que ela a pegue.
Ela deve usá-la.
Naomi Misora permanece uma noite em um hotel do lado Oeste, falando com L e recebendo uma quantia em dinheiro. L diz a ela que está contando com seus serviços, e pede que prenda o culpado. Ele enviará uma equipe ao redor da área, dando segurança a ela.
O contato termina um pouco mais da meia-noite do dia 21 de Agosto.
A agente tenta dormir, porém, vem em sua mente – quando disse a Luxaky sobre suas habilidades com a capoeira?
Mello introduz um pouco mais sobre Beyond Birthday e seus naturais olhos de shinigami.
Ninguém sabe como os conseguiu. Não foi através de um deus da morte ignorante, que deixou cair seu Death Note, e dificilmente, um que tenha deixado cair seu globo ocular (são reflexões de Mello). Ele também nota que se for trocado B por 13, 13 é a carta da morte em um baralho de tarô.
A seguir, Mello descreve porque Naomi Misora estava de licença, e porque relutou em aceitar a arma de Luxaky. A razão é devido a um erro cometido em uma investigação de drogas, na qual ela e sua equipe estavam trabalhando arduamente por meses. Ainda que Misora não necessitasse carregar uma arma, havia sido orientada a empunhar uma. E quando chegou o momento da apreensão, ela não conseguiu atirar em um garoto de 13 anos, indiciado como um dos culpados. Ao final, o caso acabou falhando, e Naomi acabou dando um tempo em seu trabalho.
E ela tão pouco sabia o porquê de não resolver o caso. Relembrou o rosto do garoto e associou com algo assombroso; e a certeza de que ele era um dos traficantes.
Passa a se perguntar o que aconteceria se o caso BB tivesse como assassino um garoto.
Quarto 1313.
O apartamento de Blackberry Brown é um ambiente um quanto tanto que normal, porém, a agente se assegura que a arma esteja engatilhada. Luxaky está nove andares abaixo, no quarto 404, e ela sente-se preocupada por ele (por parecer um rapaz franzino); mas logo muda de idéia, pois tem a plena certeza de que o tal B virá ao 1313 para atacá-la – já que está trabalhando com L.
Olha o relógio digital na parede, 9 horas AM.
Mínimos 15 horas a mais, e ela não pode sequer comer, dormir ou utilizar o banheiro – tem que estar em ataque.
Liga para L e diz que nada ocorreu até agora. Ele recorda que há reforços nos andares, e há dois deles no piso em que ela está. E se surpreende ao saber que um é ladrão, e o outro falsário, e que ambos estão observando o quarto (O mais provável que sejam Wedy e Aiber). Quando L está para desligar, Misora pergunta rapidamente:
“Você conhece o B, não é?”
A mulher chegou a essa conclusão devido às letras de seus nomes, e o pedido exagerado de L para prender o assassino a todo custo. O detetive admite que conhece B, e ainda pede que ela guarde isso como um grande segredo.
Nenhuma autoridade sabe sobre esta conexão e nunca fora algo para Naomi Misora descobrir. Ele também admite que mesmo não conhecendo o assassino diretamente, sabe sobre ele, e que não pode perdoar nenhum assassino – já que seu único interesse é a justiça. A mulher parece entender, e diz que voltará a esperar.
Neste momento, a agente decide voltar ao FBI.
Naomi Misora senta-se do modo singular de Luxaky, e repassa cada detalhe do caso em sua mente. QQ, BB, as mensagens, como Quarter Queen era provavelmente a única QQ em Los Angeles, o desafio, etc. E no mesmo instante, percebe que em todo o caso havia sido uma marionete nas mãos de Luxaky.
Grita em frustração e dispara em direção ao corredor, empunhando a arma. Desce correndo pelas escadas (pulando de 3 a 4 degraus).
Quando comprova estar no quarto andar, procura exasperada o quarto 414 que está a sua direita; uma mulher grita ao ver a arma na mão de Misora – a agente sequer se intimida, e corre a porta de número 404.
Naomi entra no apartamento, e começa a chamar Luxaky. O apartamento possui três portas, e uma delas está travada com um cadeado (a mulher utiliza a sua arma para arrombá-lo), com o ombro destrava a madeira, e o primeiro que vê é o boneco de palha, e logo depois; o corpo de alguém em chamas - Luxaky Lee.
Sente o odor de gasolina em todo o ambiente, e vê que os controladores de incêndio estão destruídos juntamente com o detector de fumaça. Corre até o corredor em busca de um extintor, mas é com uma capa branca que controla o incêndio.
A mulher grita por Luxaky – acreditando que ele está morto, mas escuta o rapaz fazer alguns ruídos. Ele está vivo. A mulher que havia se assustado ao ver a arma, vem até a porta e pergunta se está tudo bem. Naomi responde que é do FBI, e que ela chame a polícia/corpo de bombeiros/ambulância. A mulher não faz nada além de observar.
Percebe então que é uma ajudante enviada por L.
Cuidadosamente, se dirige a Luxaky para checar o pulso. Constata o quão débil esta, e que não há tempo para perder. Põe as algemas no corpo frágil, e diz com toda a clareza:
“O culpado do caso do assassino em série de Los Angeles; BB/Beyond Birthday/Luxaky Luee foi preso.”  


15 de out. de 2012

Capítulo V de Another Note: The BB Case Los Angeles


Relógio
Mencionadas as raízes de B, Mello conta como as crianças na Wammy’s House são escolhidas para suceder L, e quem são os representantes. Nenhum conhece o rosto de L, mas Wammy quis fazer cópias dele. O garoto L, o melhor ao redor do mundo.
De qualquer maneira, Wammy não quis terminar com L, e buscava alguém com alguma possibilidade, e os mais próximos seriam Mello e Near. Eles também foram crianças prodígios já que A cometeu suicídio e B correu para longe.
B era muito reservado. B nunca quis ser L, mas sim roubá-lo.
A geração de B fora do tipo teste. E Mello e Near, foram a quarta geração.
Mello acredita que Beyond Birthday pensava como L, mas B não podia ser como L.
Assim como era a existência do original, uma cópia sempre será uma cópia.
Los Angeles BB Cases, o Caso do Assassino em Série.
L.A.B.B.
L está depois de B, no alfabeto.
Mello se preocupa como B matou tanta gente inocente, e tudo que ele fez para conhecer L. Quem sabe, tudo o que queria era saber quem era L. E ele pode ver o nome de L e seu tempo de vida.
Então, ao final, foi uma batalha entre grandes mentes, entre L e B; melhor detetive versos o melhor criminoso. Beyond Birthday desafiou L, e L aceitou o desafio.
Também menciona que os inocentes do caso, ou qualquer outra vitima de B morreriam de qualquer maneira.
E somente Naomi Misora era a verdadeira inocente no caso.
Beyond Birthday ri mais uma vez, e começa a andar.
Luxaky chega à terceira cena do crime, passando das 3h da tarde. Está de acordo com tudo que Naomi disse.
Na verdade, Luxaky não pronunciou nenhuma desculpa, e nenhum perdão sincero por chegar uma hora mais tarde. O rapaz passa a andar por todas as partes, e Misora segue irritada, ainda depois de três dias. Ela diz a Luxaky que o quarto assassinato será feito no dia 22 de Agosto.
Ele pergunta o porquê, mas Naomi não tem a resposta, e nem sequer havia pensado sobre isso. Mente, dizendo que havia chegado a tal conclusão.
Menciona que o assassino limpou todas as impressões digitais, mas não limpou o sangue.
Discutem as pistas das outras cenas, e a arma desaparecida. Observam as fotos do terceiro assassinato, e com o corpo estendido, lembra uma águia – menos os membros que faltam.
Luxaky diz que precisam inspecionar todo o local com atenção e precisão, e pergunta outra vez, porque Misora acredita que o quarto assassinato ocorrerá no dia 22 de Agosto. Isso resulta em uma longa explicação de dados, números e a letra B.
Naomi Misora explica que o terceiro crime ocorreu no dia 13, assim que juntando o número, forma um B. Luxaky diz que isso não tem nada a ver com 22, e ela faz referência com o primeiro crime do dia 31 de Julho, 3 + 1; e o 22, pode se converter em 2 + 2; então 3 + 1, pode-se ler B. Com tais importantes e lógicos dados, o 22, o 31, o 4 e o 13, são equivalentes a 13/B, e a importância de que a primeira cena do crime comece com quatro bonecos de palha.
Mas, Luxaky vê erros no raciocínio.
Começaram a discutir sobre os kanjis dos números, mas ao final, decidem que a data 22 de Agosto é a correta.
Passam a falar que talvez, a vítima comece com QQ.
Mas, Naomi esta convencida de que a vitima seguinte comece com BB, já que L disse que o assassino era B.
Ela menciona que o criminoso, tem a inicial do nome com B, devido aos dados coletados. E Luxaky concorda; 99% de possibilidade em ser a dedução correta.
Desde que as vítimas tenham as iniciais BB, se deduz que o criminoso possua também as iniciais BB. Logo, voltam a discutir se é uma situação de vitória ou derrota, já que isso é uma briga.
Mello passa a descrever os tipos de casos que L aceitava.
Deveriam ser mais de dez vítimas, ou teria que envolver uma figura milionária.
No caso de BB, L venceu sua própria cópia.
Ele descreve como o paradeiro de B foi desconhecido desde o Maio deste ano, e L procurava vários casos ao redor do mundo, para ver se encontrava algum rastro, para encontrar com B.
L é o objetivo de todos da Wammy House.
E isso é passar o objetivo.
Para superá-lo.
Para triturá-lo.
É o mesmo, para M, para N, para B.
M como desafiador, N como sucessor e B como criminoso.
Voltando à casa de Backyhard.
Misora faz uma pausa para buscar um café na cozinha, no primeiro andar.
Com uma dose normal de açúcar em duas taças, ela leva uma bandeja até o quarto, e utiliza a fivela do cinto para abrir a porta, já que as mãos estão ocupadas.
Surpreende-se ao ver Luxaky deitado no chão, como se fosse uma águia estendida. O que faria com uma criança daquele tamanho? Tenta falar com ele, mas ele responde que é um cadáver.
Naomi Misora não o entende.
“Sou um cadáver. Não posso responder, como um cadáver.”
Começara entender as razões de Luxaky; não se sente totalmente segura, mas isso ocorreu quando abriu a porta, e viu o rapaz estendido no solo. Pensou em tudo que havia no ambiente, e o que mais lhe chamou a atenção foi um prego, onde o boneco de palha fora cravado.
Imagina que, se o boneco estivesse na parede, isso teria sido a primeira coisa que havia olhado; não Luxaky.
Salta por cima de Luxaky com a bandeja, mas acidentalmente pisa no estômago do rapaz, com o grande tamanho de sua bota. Pede desculpas, e vai até a mesa olhar as informações da cena do crime.
Luxaky se arrasta até ela e pergunta qual é o problema. Ela responde que se o boneco de palha estivesse pregado na parede, seu olhar iria diretamente a ele. Observa que em todas as cenas, um dos bonecos estava em direção oposta a da porta. Mesmo depois disso, ela não pode averiguar o que significa. 
Ambos passam a discutir sobre os quartos trancados, os cadeados e travas. Luxaky imagina que ela encontrou algo, já que os bonecos de palha distrairiam a pessoa do cadáver, fazendo-a olhar para algo a mais. Se o culpado não quisesse tal objetivo, não haveria a necessidade de haver pregado os bonecos. Porém, Luxaky diz que necessitam realmente encontrar a mensagem e descobrir o culpado dos assassinatos. Misora pede desculpas, por haver tomado o tempo do rapaz.
“Me desculparia, se eu pedisse que seguisse meus passos, Misora?”
“Oh, Claro que sim.”
“Está realmente de acordo? Se é assim, você não se importaria em fazer algo por mim. Não é?”
Naomi fica em dúvida, mas aceita. Luxaky pergunta se ela poderia imitar a posição de Backyard deitada no chão, assim teria algo de inspiração. Ela o faz, e pergunta se ele encontrou algo.
Luxaky responde que não.
Luxaky senta-se em uma cadeira - com os pés em cima da mesma, um sobrepujando o outro, e com os joelhos próximos ao peito; passa a beber café. Naomi imagina que o rapaz apreciou o café; porém ele apenas diz:
“EH. Esse café está muito quente! Tenho certeza que fará doer meu estômago.”
Misora pergunta sobre o primeiro caso – o qual a vítima estava nua, tinha uma mensagem escrita sobre a pele, e tivera outra roupa posta. Com a terceira vítima, ela imagina o quão complicado deve ter sido de se trocar a roupa. Discutem sobre os membros desaparecidos, e Luxaky pede para contar outro caso no qual trabalhou.
Em tal caso, haviam apunhalado a vítima no peito, e cortaram o dedo esquerdo onde estava um anel. O rapaz pergunta o que a mulher pensa sobre isso.
Ela diz que é devido ao anel, como um anel de compromisso. Logo, liga com o terceiro assassinato, porém não havia uma lógica de arrancar um braço por um anel, e Backyard era uma mulher solteira. Luxaky sugere que são algo como pulseiras.
A agente estira o braço esquerdo em direção ao teto, e em seu dedo há um anel de compromisso com Raye. Ainda não acredita que por uma pulseira – ou anel, precise cortar um braço. Abaixa a manga, mostrando um relógio de prata, o qual ganhara de aniversário de seu noivo.
Naomi pergunta a Luxaky se Backyard era destra ou canhota. Responde que era destra.
Continua com suas idéias de que um relógio não era o objetivo, mas uma mensagem. Depois de conversar com o rapaz, percebe que a mancha de sangue marca cinco pontos (cabeça, braços e pernas). Menos os membros desaparecidos – três, faltavam um ponto com diferente longitude – Luxaky faz tal precisão.
Tal objeção faz a agente imaginar um relógio, e que cada membro representa uma seta. A cabeça marca as horas, o braço os minutos, e a perna os segundos. Levanta do chão, em busca da foto do crime, observando-a.
Deduz que a hora seja 12h45min20s. Porém, Luxaky diz que não há uma única maneira de interpretar tal hora. Dependendo de qual ângulo, poderia ser 6h15min45s, ou 3h00min35s, ou ainda, 9h30min05s.
Ela percebe o seu erro, e recorre a procurar alguma indireta no ambiente. Observa as paredes, e pergunta a Luxaky em que rumo vão as coisas. Ele diz que o rumo é necessariamente o 12.
Continua pensando sobre as paredes e bonecos palha. Bonecos, bonecos, bonecos; o que a atraem são os animais empalhados da habitação.
Luxaky afirma que calculou que a partir do número de bonecos de palha pregados, a hora exata. Ao redor do quarto há 12 animais, 9 em outra, mas somente dois e cinco nas que foram pregadas os bonecos de palha.
Mas Misora contradiz, dizendo que se os bonecos estivessem pregados ali seriam 3 e 6.
Olha a foto outra vez, e a agente declara que o tempo será 6h15min45s.

14 de out. de 2012

Capítulo IV de Another Note: The BB Case Los Angeles


Shinigami
Mello descreve sobre como é difícil uma pessoa matar outra. Pois um humano é forte, e não morre facilmente, e alguém não deveria querer matar o próximo. Ainda diz como o Death Note simplifica esse raciocínio.
Beyond Birthday não foi uma pessoa concebida com a ideia de matar, porque o primeiro assassinato não foi o seu objetivo. E porque sofreu ao fazê-lo?
A verdadeira razão foi porque obteve os olhos de Shinigami. Assim, foi fácil encontrar pessoas com as mesmas iniciais, nome e sobrenome; ainda dentro de uma cidade como a de Los Angeles, com 20 milhões de habitantes. 
Matar era natural para ele, já que sabia exatamente quando morreriam.

Ao que conhecemos, se obtêm os olhos de shinigami a partir de uma troca; e essa seria a metade da sua vida. Porém, Beyond Birthday os têm desde um começo, sabendo o nome das pessoas que nasceram, e capaz de ler a data de sua morte no mesmo instante.
Beyond Birthday obteve os olhos do shinigami Beyond Birthday na hora de seu nascimento; ou seja, o significado de seu nome (sem ser o próprio deus da morte) é além do seu aniversário.
Devido a tais poderes, foi adotado pelo orfanato Wammy’s House e se converteu no segundo garoto, conhecido como B.
19 de Agosto; 6 horas AM.

Em Prehab Storage, ao lado Oeste, segundo andar.

Beyond Birthday estava deitado na cama rindo. Sabe que Naomi Misora é os olhos, as mãos, pés e a proteção de L. Recorda de como atacou a mulher, sabia que ela não morreria naquele dia; mas muito tempo depois. Se tentava matá-la, falharia e várias outras pessoas a substituiriam. Não seria algo vantajoso. Tinha em mente que ela descobriria a mensagem secreta na terceira cena do crime, e tentaria se mover para proteger a quarta vítima. Como desejado. 
Porque essa seria a verdadeira batalha, e o verdadeiro quebra-cabeça.

A batalha entre L e B. L e o quebra-cabeça de B.
Se L é um gênio, B é o melhor gênio. Se L é um miserável, B é mais miserável. 
B deseja se apossar de L.

Ri naturalmente, uma risada que lembraria a de um Deus da Morte.
Olha-se em um espelho. Pronto para um novo dia, penteando o cabelo e colocando laquê em cima.
E o único tempo de vida que não pode ver é o próprio e o do mundo.
Lado Oeste, cena do terceiro assassinato.
Naomi Misora estava dentro da casa de campo de Backyhard Bottomslash. 
Backyhard vivia com seu amigo, que se mudou logo depois do crime.

O quarto de Backyhard se localizava no segundo andar. Sua casa parecia estar normal. 
Nas paredes havia marcas onde os dois bonecos de palha foram pregados; na parede oposta à porta, e uma à esquerda da porta. Foi em um suposto quarto, com inúmeros animais empalhados em uma estante. Incomum para uma mulher de 28 anos.
No total havia 28 animais entalhados – 2, 5, 9, 12; e o quarto exalava o cheiro acre de sangue.

Misora murmura que Luxaky esta atrasado à meia hora. Haviam combinado de estarem na casa às 2h PM.
Já havia buscado dentro do quarto desde cedo, pela manhã, por 5 horas, e o que encontrou foi a mão suja. Seu telefone toca, e aparece na tela o nome de Raye.
Disse que revisou o inquérito e encontrou uma pessoa conhecida como Luee Luxaky; como o suspeito. Suspeitou ser japonês, mas seu nome era falso.
Raye pergunta o que ela esta fazendo e se planeja voltar ao FBI. Ele começa a dizer que não volte, e que prefere que ela viva segura. Entretanto, ela nada responde. Ainda não sabe que decisão tomar.

Retorno ao caso da segunda vítima.
Misora levou uma hora para calcular a ligação que o assassino deixou. Posto que os olhos de Quarter Queen foram retirados, passa a focar em olhos. 
Olha o álbum de fotos da estante. Percebe que em nenhuma foto, a garota aparece com óculos. A única foto em que a vítima aparece com óculos, é a da cena do crime.

De acordo com o investigador, a garota era pobre. 
Naomi chegou à conclusão que ela não deveria levar óculos e, depois da morte, o assassino deve tê-los colocados. Discutiu com Luxaky sobre como a polícia pode observar despreocupadamente a pista em torno dos óculos de Quarter Queen. 
A mãe de Quarter Queen confirmou que a garota não usava óculos, apesar de que a mãe da garota só a viu no necrotério, depois dos óculos removidos.

A terceira cena do crime se encontra na estação “O Vidro”, ao Lado Oeste. É exatamente essa a mensagem. Luxaky e Naomi passam a conversar sobre como o assassino encontrou alguém com as iniciais BB e QQ, e encontrou BB, Backyhard Bottomslash.
Misora sente a preocupação chegar, já que não sabe se ela e Luxaky conseguirão resolver a última mensagem que o assassino tenha deixado. 
E ela não se dá conta das insinuações de Luxaky ao falar que há um álbum conector.

Por enquanto, decidem almoçar.
Luxaky convida Naomi para almoçar, mas ela rejeita a oferta. Ainda sente a irritação do dia anterior com o açúcar. Mesmo porque, precisa falar com L.
Liga para L, longe de Luxaky, e depois de constatar que está sozinha.
L a elogia, dizendo o quanto está impressionado que Naomi tenha encontrado todas as pistas.
A agente diz que fala diretamente do lado Oeste, e que sobre o quarto assassinato, ela e nem Luxaky sabem quando ocorrerá. L pede que não se preocupe, pois o crime só acontecerá daqui a seis dias, contando com hoje, 22 de Agosto.
Ela volta a pensar em torno dos números dos dias, 9, 9, 4, 9; e pergunta como L pode estar tão seguro sobre isso. E L informa que não tem tempo para explicar. 
Naomi Misora relembra que o crucigrama foi enviado para a LAPD, no dia 22 de julho, o mesmo número 22. Diz que esperará os seguintes dias cuidadosamente, inspecionando a cena do crime e preparando-se. L pede que seja cuidadosa, porque é a única nesse caso e não há ninguém que a substitua.

A mulher responde que estará bem, e que tem noções de luta. Pergunta se ela sabe karatê ou judô, e diz que sabe a capoeira. Explica que esteve em uma escola de danças de rua, e para uma mulher, é a melhor técnica.
Com o karatê ou judô, um deve guardar os ataques, e se o atacante for um homem, ela não poderia proteger-se. L se impressiona, e diz que ela deve fazer um vídeo como prova. Adverte que se estiver em jogo, armas, ela estaria acabada.
Logo, Misora pergunta se L tem ideia de quem possa ser o culpado. L fica em dúvida com a resposta; a mulher deduz que ele saiba. O detetive confessa a verdade.
“A verdade é que eu já sabia, desde o início, quem é o culpado.”
 O culpado é B. 

 

8 de out. de 2012

Capítulo III de Another Note: The BB Case Los Angeles


Rival
Mello descreve o porquê de L nunca se mostrar a ninguém, devido ao perigo que poderia ter se sua grande mente fosse um objetivo. Compara L a uma grande obra arte, a qual um país protegeria fielmente. No ano de 2002, o cérebro de L equivalia a cinco organizações de detetives e sete agências de inteligência. Se alguém procurava saber como era L fisicamente, poderia se matar reduzindo as possibilidades de escolhê-lo alguma vez. 
Não que L fosse tímido, apenas estava se protegendo. E se proteger significava a paz mundial. Assim, L operava por intermédio de outra pessoa, nesse caso, Naomi Misora, que com certeza deveria estar consciente que era o escudo de L. Ainda, Mello pensa que expressão tomou o rosto de Luxaky, quando Misora resolveu o caso.

16 de Agosto.
Ainda que Naomi queira ir diretamente ao lugar do segundo crime, em Downtown, na Terceira Avenida partindo da casa de Bridesmaid, tinha muitas coisas que revisar. Acabou deixando a ‘visita’ para o dia seguinte.
Haviam passado três dias depois da morte da terceira vítima, e baseando-se nos números, acredita que o seguinte assassinato ocorrerá daqui a quatro dias. Ou seja, quatro dias depois da terceira morte, sendo o dia seguinte, 17 de agosto. Sentia-se cada vez mais agoniada, por não saber como evitar.
Baseando-se na investigação de L, as famílias das vítimas pediram a Luxaky Luee que investigue o caso. E L pede que ela deixe ser ajudada por Luxaky.
A agente suspeita que L tenha tomado uma providência sobre Luxaky.

10 horas AM.
Em um beco escuro e intransitado, alguém tenta atacar Naomi Misora por trás com um taco*. Sabia que alguém estava a seguindo, assim se esquiva do ataque. Trata de golpear o agressor, mas falha. Quando fica frente a ele - esse carrega um taco em uma mão e um tubo enorme na outra. Outra vez, Naomi não esta carregando uma arma. 
O agressor tenta golpeá-la com o tubo e ela tenta chutá-lo. Ambos falham.
Então, ele foge. A mulher decide não persegui-lo, porque correr não é uma de suas habilidades.

Tenta ligar para L, mas não consegue. Acredita que o ataque tem a ver com o caso, e decide chamar Raye para que lhe dê mais informações.
Como suspeitava, o agressor comprova que Misora não o seguiu.
Entra em um sedan que deixou estacionado.
Logo depois se desfaz do carro roubado, e larga os objetos no banco de trás. O objetivo ao atacar a mulher não era matar, apenas queria pôr à prova as qualidades de Naomi. E tinha consciência de que não conseguiria matá-la porque ela desviara dos golpes. Elogia L por deixar tal mulher a frente do caso.
Distancia-se com um sorriso cruel nos lábios; o culpado do caso dos assassinatos em série de Los Angeles, ou do caso boneco de palha.
Apartamento de Quarter Queen, número 605.
Luxaky dá as boas vindas a Naomi Misora, mas a repreende por chegar tarde.
O rapaz estava observando as roupas do guarda-roupa da garota, mas Naomi o proíbe quando Luxaky passa a mexer na gaveta de roupas íntimas. Acredita que ele seja um pervertido, não um detetive.
A mulher olha o ambiente, é menor que o quarto de Bridesmaid. 
Um apartamento para um estudante. Por comoção, a mãe de Quarter mudou-se para a casa dos pais. Luxaky indica que obteve informações interessantes sobre várias pessoas e grande parte esta em um relatório policial.
A mãe estava viajando, e a primeira pessoa a descobrir o corpo foi um estudante que vivia na porta ao lado. A mãe só viu a filha no necrotério.

A agente observa as paredes onde estão pregados os bonecos de palha. E Luxaky começa a engatinhar. Misora nota a diferencia de móveis entre o quarto de Bridesmaid e o da garota; o quarto de Quarter era bem mais mobiliado - também por ter morado duas pessoas ali.
Acredita que o assassino tenha deixado outro enigma ali. Comprova que a fechadura da porta também possui uma trinca. Pergunta ao rapaz se há alguma forma de abrir a porta, mas ele diz que apenas com chave. Sugere algum objeto com agulha ou grampo como nos filmes de detetives; mas Luxaky diz com convicção que isso não funciona com essa porta. 
Discutem como o assassino idealizou um quarto trancado, e por que razão.

Naomi Misora acredita que tudo não passa de um jogo e uma brincadeira do assassino, e Luxaky segue repetindo ‘por que razão, senhorita Misora?’.
Como não encontraram nenhuma relação ainda, não há respostas.
A agente retira do bolso as fotografias do segundo crime. Uma garota loira de óculos, deitada de barriga para abaixo, com a cabeça fraturada e os olhos retirados.
Os olhos foram retirados depois da morte, como as feridas de Bridesmaid.

Que tipo de pessoa seria capaz de fazer algo assim?
“Que terrível é assassinar uma criança.”
“Assassinar um adulto também é terrível, senhorita Misora. Não importa se matam um adulto, ou uma criança.”
Luxaky terminar de inspecionar o apartamento e afirma que não há nenhum objeto de valor. Naomi se surpreende, pois era exatamente isso que procurava. Luxaky opina que pode ser um roubo a conexão entre as vítimas.
Sugere fazer uma pausa e tomar café.
O rapaz vai à cozinha e a agente se senta, pensando no que era capaz que Luxaky aparecesse com um pote de geleia em mãos.
Ele volta com duas taças e uma bandeja, e a coloca em cima de uma mesa. Entrega uma taça a Naomi, e senta com ambos os pés na cadeira, os joelhos próximos ao peito.

Misora toma um gole do café e o cospe grunhindo. Luxaky a repreende, dizendo que não é bons modos cuspir, e como é uma mulher bonita, deveria cuidar de sua imagem e não cometer esses gestos terríveis.
Ela acusa que algo tão doce só pode ser veneno.

“Não é veneno. É açúcar.”
Observa sua taça, e comprova que é açúcar com café. Via o montinho arenoso derretido no líquido escuro.
 “Parecia que eu estava bebendo barro.”
“O barro não é tão doce.”
“Barro doce...”
A agente vê Luxaky sorver o café de uma forma peculiar - só havia visto alguém tomar um café tão doce e segurar pelo polegar e indicador a porcelana. E essa pessoa seria o próprio Luxaky. O gosto arenoso na boca parecia não querer desaparecer.
Ao vê-lo terminar, Misora pergunta sobre o caso e o mesmo responde que ontem à noite descobriu algo de suma importância. As iniciais das vitimas são iguais, tanto no nome quanto no sobrenome – Believe Bridesmaid, Quarter Queen, Backyard Bottomslash; BB, QQ, BB. A mulher se deprime por não haver feito tal descoberta antes. 
Diz que uma em cada 26 pessoas corresponderia com nome e sobrenome de mesma inicial; já que são 26 letras no alfabeto. Naomi dúvida da lógica, mas prefere guardar a desconfiança pra si mesma.

Luxaky comenta que ele mesmo possui as iniciais iguais – Luxaky Lee.
“Ah, eu não percebi.”
Naomi Misora se sente estúpida, esperava que o homem lhe dissesse algo interessante, não que o próprio nome e sobrenome continham as mesmas iniciais. 
Acredita que há alguma mensagem relacionada com o nome e sobrenome da terceira vítima. Recorda de algo que deveria estar - e não está mais, e passa a observar o que está no apartamento.

Luxaky sugere que deixem o segundo local e se encaminhem para a terceira vitima, a fim de buscar alguma pista que possa os ajudar. Mas a agente insiste que há algo no apartamento que possa ser importante para evitar o quarto assassinato. 
Luxaky propõe então que Misora fique no apartamento de Quarter, e ele no de Bottomslash.

Naomi pega a pasta sobre o caso, dentro da bolsa, e entrega-a a Luxaky. Mostra as fotografias da cena da terceira vítima. Uma terrível vista de uma mulher de barriga pra cima, com o braço esquerdo e a perna direita amputadas, banhada em sangue. Ela comenta que a perna direita foi encontrada no banheiro, mas o braço esquerdo não foi encontrado.
Diz que vai passar a tarde inteira procurando, entre os dois apartamentos. Luxaky concorda e informa que em um dos armários há um álbum de fotos que deveria ser inspecionado, acaso fosse encontrado alguma prova. Misora aproveita, e vai ao banheiro enxaguar a boca pela terceira vez.
Fica em dúvida se liga ou não para L, mas teme que em um apartamento tão pequeno Luxaky seja capaz de ouvir toda a conversa.
Olha fixamente o próprio reflexo no espelho e raciocina nas letras e em quem realmente é L. Ninguém nunca viu L pessoalmente, e quando retorna a atenção ao espelho, uma ideia aflora.
A palavra espelho a faz pensar em diferentes coisas, quase opostas. 
Sai atônita do banho, recorrendo por Luxaky, que estava olhando entretido o material do crime. 
Pergunta a ela o que foi, e ela pede a fotografia da terceira vítima.

Pega as outras fotos e as junta. Nota que Bridesmaid e Backyhard estão de barriga pra cima; e somente Queen esta de barriga pra baixo. Há algo estranho para que o corpo de Quarter Queen esteja de barriga pra baixo.
Luxaky pede que Naomi deixe de pensar sobre isso e sugere que tente sentar como ele.
“Suas capacidades de dedução aumentarão em 40%. Por favor, tente.”
Prontamente nega; mas no final, acaba cedendo. É melhor sentar de tal modo, do que ficar de quatro no chão. E talvez, quem sabe, pudesse ajudá-la a relaxar.
Depois, se lamenta da escolha.

Voltando a mensagem de Quarter Queen de barriga pra baixo.
Ela comenta que, como as iniciais são QQ e não BB, isso poderia ser uma conexão perdida. Luxaky afirma que segundo suas iniciais, quem sabe morreu em um acidente; diferenciando das ambas vitimas de iniciais BB. Sem dúvida, Misora fala da pista da cena do primeiro crime, que denuncia o nome Quarter Queen.

9 dias, 4 dias, 9 dias, BB, QQ, BB, barriga pra cima, barriga pra baixo, barriga pra cima; métodos de assassinatos distintos.
Então, Misora percebe que as letras B e Q, são iguais se são voltadas, quando estão em minúsculas.
b e q.
Luxaky comenta que tal raciocínio pode ser o correto em 30% já que sempre as iniciais de um nome são escritas em letra maiúscula.
A agente passa a se sentir mal, ao imaginar estar incorreta; até que o rapaz fala da crueldade de matar uma criança é a mesma de matar um adulto. Passa a focar na palavra criança, pequeno.
Chega à conclusão de que o exemplo das letras minúsculas funcionaria, já que o assassino escolheu uma criança para sua vítima.
“Porque uma criança se refere à pequena. E por isso que foi tombada com a boca para baixo, isso quis dizer, ao contrário!”
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