14 de out de 2012

Capítulo IV de Another Note: The BB Case Los Angeles


Shinigami
Mello descreve sobre como é difícil uma pessoa matar outra. Pois um humano é forte, e não morre facilmente, e alguém não deveria querer matar o próximo. Ainda diz como o Death Note simplifica esse raciocínio.
Beyond Birthday não foi uma pessoa concebida com a ideia de matar, porque o primeiro assassinato não foi o seu objetivo. E porque sofreu ao fazê-lo?
A verdadeira razão foi porque obteve os olhos de Shinigami. Assim, foi fácil encontrar pessoas com as mesmas iniciais, nome e sobrenome; ainda dentro de uma cidade como a de Los Angeles, com 20 milhões de habitantes. 
Matar era natural para ele, já que sabia exatamente quando morreriam.

Ao que conhecemos, se obtêm os olhos de shinigami a partir de uma troca; e essa seria a metade da sua vida. Porém, Beyond Birthday os têm desde um começo, sabendo o nome das pessoas que nasceram, e capaz de ler a data de sua morte no mesmo instante.
Beyond Birthday obteve os olhos do shinigami Beyond Birthday na hora de seu nascimento; ou seja, o significado de seu nome (sem ser o próprio deus da morte) é além do seu aniversário.
Devido a tais poderes, foi adotado pelo orfanato Wammy’s House e se converteu no segundo garoto, conhecido como B.
19 de Agosto; 6 horas AM.

Em Prehab Storage, ao lado Oeste, segundo andar.

Beyond Birthday estava deitado na cama rindo. Sabe que Naomi Misora é os olhos, as mãos, pés e a proteção de L. Recorda de como atacou a mulher, sabia que ela não morreria naquele dia; mas muito tempo depois. Se tentava matá-la, falharia e várias outras pessoas a substituiriam. Não seria algo vantajoso. Tinha em mente que ela descobriria a mensagem secreta na terceira cena do crime, e tentaria se mover para proteger a quarta vítima. Como desejado. 
Porque essa seria a verdadeira batalha, e o verdadeiro quebra-cabeça.

A batalha entre L e B. L e o quebra-cabeça de B.
Se L é um gênio, B é o melhor gênio. Se L é um miserável, B é mais miserável. 
B deseja se apossar de L.

Ri naturalmente, uma risada que lembraria a de um Deus da Morte.
Olha-se em um espelho. Pronto para um novo dia, penteando o cabelo e colocando laquê em cima.
E o único tempo de vida que não pode ver é o próprio e o do mundo.
Lado Oeste, cena do terceiro assassinato.
Naomi Misora estava dentro da casa de campo de Backyhard Bottomslash. 
Backyhard vivia com seu amigo, que se mudou logo depois do crime.

O quarto de Backyhard se localizava no segundo andar. Sua casa parecia estar normal. 
Nas paredes havia marcas onde os dois bonecos de palha foram pregados; na parede oposta à porta, e uma à esquerda da porta. Foi em um suposto quarto, com inúmeros animais empalhados em uma estante. Incomum para uma mulher de 28 anos.
No total havia 28 animais entalhados – 2, 5, 9, 12; e o quarto exalava o cheiro acre de sangue.

Misora murmura que Luxaky esta atrasado à meia hora. Haviam combinado de estarem na casa às 2h PM.
Já havia buscado dentro do quarto desde cedo, pela manhã, por 5 horas, e o que encontrou foi a mão suja. Seu telefone toca, e aparece na tela o nome de Raye.
Disse que revisou o inquérito e encontrou uma pessoa conhecida como Luee Luxaky; como o suspeito. Suspeitou ser japonês, mas seu nome era falso.
Raye pergunta o que ela esta fazendo e se planeja voltar ao FBI. Ele começa a dizer que não volte, e que prefere que ela viva segura. Entretanto, ela nada responde. Ainda não sabe que decisão tomar.

Retorno ao caso da segunda vítima.
Misora levou uma hora para calcular a ligação que o assassino deixou. Posto que os olhos de Quarter Queen foram retirados, passa a focar em olhos. 
Olha o álbum de fotos da estante. Percebe que em nenhuma foto, a garota aparece com óculos. A única foto em que a vítima aparece com óculos, é a da cena do crime.

De acordo com o investigador, a garota era pobre. 
Naomi chegou à conclusão que ela não deveria levar óculos e, depois da morte, o assassino deve tê-los colocados. Discutiu com Luxaky sobre como a polícia pode observar despreocupadamente a pista em torno dos óculos de Quarter Queen. 
A mãe de Quarter Queen confirmou que a garota não usava óculos, apesar de que a mãe da garota só a viu no necrotério, depois dos óculos removidos.

A terceira cena do crime se encontra na estação “O Vidro”, ao Lado Oeste. É exatamente essa a mensagem. Luxaky e Naomi passam a conversar sobre como o assassino encontrou alguém com as iniciais BB e QQ, e encontrou BB, Backyhard Bottomslash.
Misora sente a preocupação chegar, já que não sabe se ela e Luxaky conseguirão resolver a última mensagem que o assassino tenha deixado. 
E ela não se dá conta das insinuações de Luxaky ao falar que há um álbum conector.

Por enquanto, decidem almoçar.
Luxaky convida Naomi para almoçar, mas ela rejeita a oferta. Ainda sente a irritação do dia anterior com o açúcar. Mesmo porque, precisa falar com L.
Liga para L, longe de Luxaky, e depois de constatar que está sozinha.
L a elogia, dizendo o quanto está impressionado que Naomi tenha encontrado todas as pistas.
A agente diz que fala diretamente do lado Oeste, e que sobre o quarto assassinato, ela e nem Luxaky sabem quando ocorrerá. L pede que não se preocupe, pois o crime só acontecerá daqui a seis dias, contando com hoje, 22 de Agosto.
Ela volta a pensar em torno dos números dos dias, 9, 9, 4, 9; e pergunta como L pode estar tão seguro sobre isso. E L informa que não tem tempo para explicar. 
Naomi Misora relembra que o crucigrama foi enviado para a LAPD, no dia 22 de julho, o mesmo número 22. Diz que esperará os seguintes dias cuidadosamente, inspecionando a cena do crime e preparando-se. L pede que seja cuidadosa, porque é a única nesse caso e não há ninguém que a substitua.

A mulher responde que estará bem, e que tem noções de luta. Pergunta se ela sabe karatê ou judô, e diz que sabe a capoeira. Explica que esteve em uma escola de danças de rua, e para uma mulher, é a melhor técnica.
Com o karatê ou judô, um deve guardar os ataques, e se o atacante for um homem, ela não poderia proteger-se. L se impressiona, e diz que ela deve fazer um vídeo como prova. Adverte que se estiver em jogo, armas, ela estaria acabada.
Logo, Misora pergunta se L tem ideia de quem possa ser o culpado. L fica em dúvida com a resposta; a mulher deduz que ele saiba. O detetive confessa a verdade.
“A verdade é que eu já sabia, desde o início, quem é o culpado.”
 O culpado é B. 

 

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